- Direito à comunicação como parte fundamental da cidadania.
- Construção de um mundo melhor, sustentável e solidário.
- Postura construtiva e pacífica com uma visão positiva de futuro.
- Uso prioritário de tecnologias livres (softwares, aplicativos, ferramentas).
- Prática de padrões abertos de desenvolvimento.
- Adesão às licenças abertas que permitem a livre reprodução, reutilização e circulação dos conteúdos produzidos (creative commons ou copyleft).
Um blog feito de História(s): Com Política Internacional, Economia, Literatura, Cultura, Música... dentre outras cositas más!
05/06/2011
Remixofagia - Alegorias de uma revolução
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31/03/2011
Para que não se Esqueça, Para que Nunca mais aconteça
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03/11/2010
Abaixo a xenofobia e o racismo!
etnias tanto quanto o Brasil.
*** Nossa riqueza cultural consiste nisso ***
Imagem: OPERÁRIOS de Tarsila do Amaral em sua considerada "fase social", ao retornar da URSS em 1933.
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01/11/2010
A VIDA FOI EM FRENTE... E VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO VIU QUE FICOU PRA TRÁS
Além de Dilma, e do povo brasileiro, um específico segmento saiu vitorioso deste processo, a mídia alternativa, jornalistas, estudantes, professores, intelectuais em geral que através de seus blogs, sites, revistas, manifestos, conseguiram sobressair ao senso comum, denunciando as manobras da chamada mídia golpista, desmistificando concepções erroneamente criadas, denúncias infundadas e dados manipulados.
Alfredinho, o dono do Bar, de cara as vezes amarrada, mas de um coração que nem cabe nele de tão grande, discursou para o seu público mais fiel, e acostumado a sua intensa oratória. Lembrou a trajetória do Partido que ajudou a construir, que subia o morro com seus panfletinhos de xerox, e que eram vistos na zona sul do Rio de Janeiro, como bandidos. E hoje esta no Poder, ajudando a transformar este país, e a integrar seus irmãos sul-americanos numa consoante de esperança e mudança. | Reações: |
25/10/2010
Às favas a verdade factual
http://www.cartacapital.com.br/
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02/09/2010
Serra em novo papel na campanha, a vítima
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26/04/2010
A DÉCADA DE OURO DE LUIZ INÁCIO
*Juremir Machado Da Silva
Publicado no Jornal Correio do Povo de 18/04/10
Continuo ouvindo os críticos do presidente Luiz Inácio vociferarem contra ele. Ainda dizem que não passa de um quase analfabeto. Só falam do mensalão. Sonham com as eleições.
Lamentam que a população desinformada se deixe manipular por políticas “populistas”. Pobre massa, incapaz de se proteger do lulismo. Sem dúvida, o povo não sabe o que faz!
Dados da Fundação Getúlio Vargas, publicados pela Folha de S. Paulo, mostram que esta primeira década do século XXI é um estouro.
Ainda temos 30 milhões de miseráveis – pessoas vivendo com menos de R$ 137 por mês, mas seriam 50 milhões sem as políticas sociais do metalúrgico que tomou o poder na lábia e no voto.
A proporção de miseráveis caiu 43%. Que horror! Nunca na história deste país dos últimos 15 anos o poder de compra das famílias esteve tão alto.
É um problema. Dá engarrafamento em supermercado.
O pessoal come demais. Alguns, simplesmente comem. Ficam obesos.
Esse povo, como se vê, é besta.
Onde se viu continuar apoiando um presidente que lhe melhora a vida.
“Foi uma “pequena grande década”, diz Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-Rio, para a Folha de S. Paulo, jornal que não morre de amores pelo PT. “E a melhora na renda hoje é muito mais sustentável, pois está apoiada mais na renda do trabalho”.
Deviam mandar prender uma cara que conta isso. Onde já se viu provar que o Brasil vai bem com Luiz Inácio?
A matéria da Folha diz mais: “Na média da década, a renda do trabalho explicaria 67% da redução da desigualdade. O Bolsa Família, cerca de 17%; os gastos previdenciários, 15,7%.
Desde 2003 foram criados 12,2 milhões de empregos formais”. Que barbaridade!
O principal vem do aumento da renda do trabalho e não das criticadas políticas assistencialistas.
A renda cresce 5,3% ao ano. Esse crescimento é de 7,3% no nordeste. Será que é por isso que Luiz Inácio tem injustificados 83% de apoio por lá?
Um dado da Folha é acachapante: “Em 2003, um salário mínimo comprava pouco mais de uma cesta básica. Hoje, paga 2,2 cestas”. Simplesmente mais do que dobrou.
Com uma situação dessas, a tarefa dos opositores de Dilma é simples: convencer a população que dar continuidade a essa política pode ser muito ruim para todos. Uma missão, bem se vê, absolutamente simples.
Luiz Inácio está completando uma década de ouro para os mais pobres.
Coisa de quem não sabe o que faz.
O economista Ricardo Paes de Barros lamenta que esse crescimento é “mais pró-pobre”. Um erro grave! Mais uma razão para os pobres se rebelarem.
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19/04/2010
TODO DIA É DIA DE ÍNDIO
Em 1500, quando os portugueses chegaram ao Brasil, estimava-se que havia por aqui cerca de 6 milhões de índios. Havia em torno de 1.300 línguas indígenas. Atualmente existem apenas 180. O pior é que cerca de 35% dos 210 povos com culturas diferentes têm menos de 200 pessoas.
Passados os tempos de matança, escravismo e catequização forçada, atualmente há cerca de 600.000 índios no Brasil. Nos anos 50, segundo o antropólogo Darcy Ribeiro, a população indígena brasileira estava entre 68.000 e 100.000 habitantes.
Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. A maior parte dessa população distribui-se por milhares de aldeias, situadas no interior de 650 Terras Indígenas, de norte a sul do território nacional.
De encontro a isto, mais uma vez recomendo o Documentário “O POVO BRASILEIRO” baseado na obra homônima de Darcy Ribeiro, a primeira parte, MATRIZ TUPI, é dividida em três capítulos e vale muito a pena assistir.
É mais do que necessário fazermos o resgate da nossa história e acima de tudo nos orgulharmos em ter uma matriz tão rica, e ao mesmo tempo diferente da européia que nos acostumamos a incorporar. Nossa herança indígena nos remete à Terra, à Natureza, ao Respeito à Coletividade, ao Amor ao Próximo. Princípios de Solidariedade e Sociabilidade tão esquecidos nestes tempos de Deus Mercado.
Falar, hoje, em povos indígenas no Brasil significa reconhecer, basicamente, seis coisas:
- Nestas terras colonizadas por portugueses, onde viria a se formar um país chamado Brasil, já havia populações humanas que ocupavam territórios específicos;
- Não sabemos exatamente de onde vieram; dizemos que são "originárias" ou "nativas" porque estavam por aqui antes da ocupação européia;
- Certos grupos de pessoas que vivem atualmente no território brasileiro estão historicamente vinculados a esses primeiros povos;
- Os índios que estão hoje no Brasil têm uma longa história, que começou a se diferenciar daquela da civilização ocidental ainda na chamada "pré-história" (com fluxos migratórios do "Velho Mundo" para a América ocorridos há dezenas de milhares de anos); a história "deles" voltou a se aproximar da "nossa" há cerca de, apenas, 500 anos (com a chegada dos portugueses);
- Como todo grupo humano, os povos indígenas têm culturas que resultam da história de relações que se dão entre os próprios homens e entre estes e o meio ambiente; uma história que, no seu caso, foi (e continua sendo) drasticamente alterada pela realidade da colonização;
- A divisão territorial em países (Brasil, Venezuela, Bolívia etc.) não coincide, necessariamente, com a ocupação indígena do espaço; em muitos casos, os povos que hoje vivem em uma região de fronteiras internacionais já ocupavam essa área antes da criação das divisões entre os países; é por isso que faz mais sentido dizer povos indígenas no Brasil do que do Brasil.
Dica de site sobre os Povos Indígenas Brasileiros: http://pib.socioambiental.org/pt
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15/03/2010
AS VEZES A ÚNICA COISA VERDADEIRA EM UM JORNAL É A DATA
Por Ayrton Centeno
Como Luis Fernando Veríssimo, 73 anos, arruma tempo para tanto trabalho não se sabe. O que se sabe é que são mais de 70 livros. E sem contar as antologias! Há de tudo: romances, novelas, quadrinhos, contos, crônicas, guias turísticos e até poesia. No final de 2009, chegou às livrarias Os Espiões, sua obra mais recente.No entanto, sua tarefa mais pesada não é essa, mas a de alimentar diariamente colunas nos jornais O Globo, O Estado de S. Paulo e Zero Hora. Autor de uma frase cáustica sobre a imprensa – “Às vezes, a única coisa verdadeira num jornal é a data” – o saxofonista, cronista, romancista, quadrinista, contista e novelista fala aqui sobre mídia, governo Lula, sua situação entre os chamados formadores de opinião, decadência dos diários tradicionais, e-books, elites e eleições.
Brasília Confidencial – Hoje, no Brasil, a mídia enxerga um país totalmente diferente daquele que a maioria da população vê. Enquanto a grande imprensa, pessimista, trabalha sobre uma paleta de escândalos, a população, otimista, toca a sua vida de modo mais tranquilo. Que país o Sr. vê?
Luís Fernando Veríssimo – A imprensa cumpre o seu papel fiscalizador, mas não há duvida que, com algumas exceções, antipatiza com o Lula e com o PT. Acho que os historiadores do futuro terão dificuldade em entender o contraste entre essa quase-unânime reprovação do Lula pela grande imprensa e sua também descomunal aprovação popular. O que vai se desgastar com isto é a idéia da grande imprensa como formadora de opinião.
BC – A grande imprensa enaltece a diversidade de opiniões, mas, curiosamente, os principais jornais do Brasil têm a mesma opinião sobre os mesmos assuntos. Este pensamento único não compromete uma pluralidade de opiniões que a mídia costuma defender quando não está olhando para si própria?
LFV – O irônico é que hoje existem menos alternativas à imprensa “oficial” do que existia nos tempos da censura. Mas as alternativas existem, e o tal pensamento único não é imposto, mas decorre de uma identificação dos grandes grupos jornalísticos do país com alguns princípios, como o da economia de mercado, o governo mínimo, etc.
BC – O senhor defende na sua coluna a reforma agrária e questiona a criminalização dos movimentos sociais. Não se sente muito solitário na mídia tratando desses temas?
LFV – Meus palpites não são muito consequentes. Acho que me toleram como a um parente excêntrico.
BC– Todas as pesquisas indicam a queda da circulação dos grandes diários dentro e fora do Brasil. Com uma longa trajetória no jornalismo, como percebe esta queda persistente, que expressa também o afastamento de uma geração do hábito de ler jornais? E como acompanha o trânsito de boa parte do público para a internet?
LFV – Quem é viciado em jornal e revista como eu só pode lamentar que a era da letrinha impressa esteja chegando ao fim, como anunciam. Mas este é um preconceito como qualquer outro. Mesmo mudando o veículo ainda existirá o texto, e um autor. Vou começar a me preocupar quando o próprio computador começar a escrever.
BC – Atribui-se a um advogado famoso, dono de clientela de altíssimo poder aquisitivo, uma reação irada ao saber que seu cliente endinheirado fora preso: “O que é isso? No Brasil só vão presos os três Ps: preto, puta e pobre!”, reagiu indignado. Estamos no século 21, mas as elites parecem continuar no 19. Acredita que vá ver isto mudar?
LFV – As nossas elites não mudaram muito desde D. João VI. Vamos lhes dar mais um pouco de tempo.
BC – A atual política externa do Brasil, mais independente, colabora de alguma maneira para mudar este comportamento?
LFV – A política externa independente é uma das coisas positivas deste governo. Embora o pragmatismo excessivo possa levar a uma tolerância desnecessária com bandidos, às vezes.
BC – O escritor argentino Jorge Luís Borges dizia que a única notícia realmente nova em toda a sua vida foi a chegada do homem à Lua. O resto já tinha acontecido antes de uma ou outra forma. O que o surpreendeu, além disso? Borges tinha razão?
LFV – O sistema GPS. Finalmente, uma voz vinda do alto para guiar os nossos passos.
BC – Em que trabalha no momento ou pretende trabalhar? De outra parte, o que acha dos e-books?
LFV – Acabei de lançar um romance, chamado Os Espiões. Não tenho outro romance planejado no momento. Devem sair um livro para público juvenil, um de quadrinhos e um sobre futebol este ano, mas não sei bem quando. Quanto aos e-books, só vou aceitar quando tiverem cheiro de livro.
BC – Teremos eleições em 2010 e o governo Lula opera na proposta de um pleito plebiscitário – Nós x Eles – contrapondo os oito anos do PT contra os oito anos do PSDB. Se fosse fazer esta comparação o que diria?
LFV – De certo modo, este governo continuou o outro. E vou votar para que o próximo continue este.
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01/09/2009
O ataque covarde da IstoÉ à Venezuela
Na edição desta semana, a revista IstoÉ, famosa por suas capas sensacionalistas e reportagens difamatórias, aprontou mais uma das suas. No artigo “O lobista de Chávez”, ela desferiu um ataque covarde contra o jornalista Carlos Alberto de Almeida, reconhecido por sua militância internacionalista e por seu compromisso com a ética jornalística. Descaradamente marcarthista, o texto insufla a perseguição política: “Jornalista brasileiro trabalha no Senado, mas faz hora extra para defender os interesses da Venezuela”. Nela, o senador tucano Álvaro Dias aparece pregando a apuração sobre a “dupla militância do funcionário”. Só falta pedir a sua demissão!
Para a revista, que nunca escondeu o seu ódio à revolução bolivariana, Beto Almeida seria um inimigo da “liberdade de expressão” por defender as medidas de Hugo Chávez contra a ditadura midiática. A fonte principal da IstoÉ é Sociedade Interamericana de Prensa (SIP), a máfia dos barões da mídia que não tolera qualquer restrição legal à “libertinagem de imprensa”. O texto também desfere duro ataque à Telesur, “a emissora criada para se contrapor à rede americana CNN na América Latina”. Beto Almeida é membro do seu conselho diretivo, “seguindo à risca a cartilha do caudilho venezuelano”, esbraveja a revista.
Temores da mídia colonizada
Na prática, o rancoroso artigo visa atingir o presidente Hugo Chávez, num momento em que o parlamento brasileiro discute a adesão da Venezuela ao Mercosul. Ele também procura evitar o fortalecimento da Telesur, que já agrega vários países do continente e realiza o contraponto à mídia colonizada pelos EUA. A IstoÉ chega a alertar os reacionários de plantão. “Até agora, a emissora funciona de forma precária, quase na informalidade. Mas, aos poucos, Beto avança no lobby pelos ideais bolivarianos. Já emplacou, por exemplo, a programação da Telesur na grade do Canal Comunitário de Brasil, a ‘TV Cidade Livre’, da qual é presidente. E está costurando um convênio entre a Empresa Brasil de Comunicação (EBC) e a Telesur”.
No seu reacionarismo inconsistente e leviano, a IstoÉ joga farpas para todos os lados. Ataca o governo de Roberto Requião (PMDB), que retransmite a Telesur na TVE do Paraná, e critica a militância de Beto Almeida em defesa do “repasse das verbas públicas para emissoras públicas e comunitárias”. De forma marota, ela aproveita o episódio para se contrapor à 1ª Conferência Nacional de Comunicação. A revista não tolera a diversidade e pluralidade informativas e rejeita qualquer ação que vise enfrentar a concentração e a manipulação midiáticas. Para ela, a militância de Beto Almeida é incompatível “com os princípios da liberdade de expressão”.
“IstoÉ Daniel Dantas”
A publicação semanal da Editora Três já é bem conhecida por seu jornalismo sensacionalista e mercenário, sempre na busca insana por aumento de tiragem e de lucros. Em fevereiro passado, no texto intitulado “Stédile, o intocável”, ela procurou justificar a repressão às 270 famílias de sem-terras acampadas numa fazenda em Eldorado da Carajás (PA), adquirida ilegalmente pelo Grupo Opportunity, controlado pelo mega-especulador Daniel Dantas. A agressão ao líder do MST teve como objetivo criminalizar a luta pela reforma agrária e defender o banqueiro.
Na ocasião, o MST respondeu a altura no texto intitulado “IstoÉ Daniel Dantas”. Lembrou que a revista “atua como títere dos poderosos, ao passo que se distancia do compromisso com a sociedade e a ética jornalística”. Destacou que ela faz o papel de advogado do bandido e que evita noticiar as sujeiras de Daniel Dantas, “preso em julho passado durante a operação da Polícia Federal por prática de crimes financeiros e de desvio de verbas públicas”. E ironizou: “Resta saber se o conteúdo da reportagem é fruto de um trabalho investigativo competente ou se deve ao curioso fato de que a IstoÉ é publicada pela Editora Três, que por sua vez também é controlada pelo banqueiro Daniel Dantas. Desde 2007, ele possui 51% das ações da editora”.
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25/08/2009
CAMPANHA
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17/07/2009
AH QUE ISSO, ELAS ESTÃO DESCONTROLADAS!
Roberto Vinicius/ Agência Free LanceCom legenda e tudo:
"UM DIA DE FÚRIA"
Em casa com o neto João Guilherme e a filha Tarsila, a governadora Yeda Crusius (PSDB-RS) discute com servidores e professores que pediam seu impeachment
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03/06/2009
FORA YEDA

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07/05/2009
ISSO É BRASIL
Até porque parte dela não acredita no
que vocês escrevem. Vocês batem,
mas a gente se reelege."
deputado federal (PTB-RS), relator do processo contra Edmar Moreira, falando a jornalistas sobre a possibilidade de uma má repercussão caso Moreira seja absolvido.
É Sérgio, nosso queridão amigo Collor que o diga...
A real:A maior parte das vítimas é pobre,
moradora de favelas e negra."
da ONG Justiça Global, sobre denúncias que responsabilizam o governo pela violência praticada contra a população, em especial a mais pobre.
Fonte: http://www.folha.uol.com.br/
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02/03/2009
"Ditabranda" ... fala sério ...
A Folha saúda a ditadura!
respeitados do país,definir como "branda" a ditadura,
que mais do que sequelas deixou em nossa sociedade,
"dissimulava" informaçõese ainda por cima "emprestava"
suas peruas para transporte dos presos políticos
manifestações políticas, nesta esfera, nos dias de hoje.
aos seus familiares
...aonde?
para que nunca mais aconteça:



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11/02/2009
Politik Kills
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06/02/2009
Onde os dinossauros ainda vagam...
da BBC Brasil
A eleição de José Sarney para a presidência do Senado, nesta semana, representa "uma vitória para o semifeudalismo", segundo uma reportagem da revista britânica "The Economist" que chegou às bancas nesta sexta-feira.
A reportagem, intitulada "Onde dinossauros ainda vagam", comenta o passado político de Sarney e o número de vezes em que foi eleito para cargos públicos, afirmando que talvez fosse "hora de (Sarney) se aposentar".
"Sarney pode parecer um regresso a uma era de políticas semifeudais que ainda prevalecem em alguns cantos do Brasil e puxam o resto dele para trás. Mas, com o apoio tácito de Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente de centro-esquerda do país, ele foi escolhido esta semana para presidir o Senado", diz a revista.
"Esta é a terceira vez em sua carreira que ele ocupa esse cargo poderoso, que dá a ele um grau de controle sobre a agenda do governo e oportunidades para nomear funcionários públicos."
De acordo com a revista, a escolha de Sarney vai fortalecer seu poder no Maranhão, "onde alguns moradores mantinham esperanças de que sua influência estivesse começando a ruir".
"O centro de São Luís está decrépito", diz a Economist. "As ruas estão cheias de buracos e a cidade conta com um número extraordinário de flanelinhas. Só no mês passado, houve 38 assassinatos na cidade de 1 milhão de habitantes".
A reportagem afirma que no interior do estado o atraso é "mais evidente", e cita o exemplo da cidade de Sangue, onde "muitas pessoas vivem em casas de um só cômodo, cujo telhado é feito de folhas de palmeiras, e que não têm nem água nem eletricidade".
"Os avanços educacionais no Estado são ruins. Sua taxa de mortalidade infantil, de 39 por mil nascidos vivos é 60% mais alta do que a média brasileira", cita a revista.
A Economist diz que não é incomum que apenas um homem ou uma família domine Estados no nordeste, mas que isso estaria mudando.
Mas o controle da família Sarney no Maranhão é reforçado pelo fato de ela ser proprietária de uma estação de TV que passa programas da Rede Globo e que, no meio das novelas, "costuma exibir reportagens favoráveis ao clã", diz a revista.
"O controle das estações de televisão e rádio é particularmente útil no interior do Maranhão, onde a maioria do eleitorado é analfabeto, e onde Sarney encontra a maior parte de seu apoio", diz a "Economist".
Ainda assim, o poder da família poderia estar diminuindo, afirma a revista, comentando a derrota de Roseana Sarney nas últimas eleições para governador, e as derrotas de alguns candidatos de Sarney nas eleições municipais do ano passado.
"Sarney sempre diz que o Maranhão precisa votar nele para que ele traga dinheiro de Brasília", diz à revista Arleth Santos Borges, da Universidade Federal do Maranhão.
"Na verdade, ele precisa do poder em Brasília para aumentar seu poder aqui", diz a especialista.
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02/02/2009
O Highlander da Política Brasileira

O Senador José Sarney (PMDB-AP)
foram eleitos nesta segunda-feira presidentes do Senado e da Câmara respectivamente.
Nossos órgãos representativos máximos estarão em suas mãos até 2010.
Mas Sarney e Temer nos representam?
Mais uma vez torna-se explícito o enorme fosso que divide o cidadão brasileiro de seus representantes em Brasília.
A política participativa se distancia cada dia mais da nossa realidade,
isto esta certo?
Ah não.... o Sarney de novo, não!!!!
......Ninguém merece.....
Coragem meu povo!
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