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14/10/2011

Lula: “Governantes precisam aprender a lutar pela vida, e não pela morte”






"A fome é maior arma de destruição 
em massa que
 o homem já inventou (...)
Ela não mata soldados, não mata terroristas, mata crianças."


"A fome não leva ninguém à Revolução, 
a fome leva à Submissão".



O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva recebeu, nessa quinta-feira, 13 de outubro, nos EUA, o World Food Prize, um reconhecimento aos esforços do seu governo no combate à fome e à pobreza no Brasil. O ex-presidente de Gana, John Agyekum Kufuor, também foi premiado pelo trabalho realizado em seu país.
O World Food Prize foi criado pelo cientista e prêmio Nobel da Paz de 1970 Norman E. Borlaug, um dos principais responsáveis pela “revolução verde” que aumentou a produção de alimentos no planeta. Ele premia pessoas que deram contribuições significativas para melhorar a qualidade, quantidade ou acesso aos alimentos no mundo. Após 25 anos de existência, essa é a primeira vez em que são premiados governantes que tiveram atuação de destaque na redução da fome e pobreza em seus países.
Ouça o discurso de Lula na íntegra:

Fonte:

18/04/2011

Lula e Hobsbawn

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva "ajudou a mudar o equilíbrio do mundo ao trazer os países em desenvolvimento para o centro das coisas", opinou o historiador britânico Eric Hobsbawm, 94 anos. Ícone da historiografia marxista, ele se reuniu nesta quarta-feira (13) com Lula na residência do embaixador brasileiro em Londres, Roberto Jaguaribe. O convite foi feito pela equipe de Lula.
Autor do clássico "Era dos Extremos", Hobsbawm é considerado um dos maiores intelectuais vivos. Na saída da embaixada, ele deu uma rápida entrevista quando já estava sentado no banco de trás do carro, ao lado da mulher. Falando com dificuldade, o historiador teceu elogios ao governo Lula e disse que espera revê-lo mais vezes. O encontro durou cerca de uma hora e meia.
"Lula fez um trabalho maravilhoso não somente para o Brasil, mas também para a América do Sul." Em relação ao seu papel após o fim do seu mandato, Hobsbawm afirmou que, "claramente Lula está ciente de que entregou o cargo para um outro presidente e não pode parecer que está no caminho desse novo presidente".

"Acho que Lula deve se concentrar em diplomacia e em outras atividades ao redor mundo. Mas acho que ele espera retornar no futuro. Tem grandes esperanças para [tocar] projetos de desenvolvimento na África, [especialmente] entre a África e o Brasil. E certamente ele não será esquecido como presidente", disse.

Sobre o encontro, disse que foi uma "experiência maravilhosa", especialmente porque conhece Lula há bastante tempo. "Eu o conheci primeiro em 1992, muito tempo antes de ser presidente. Desde então, eu o admiro. E, quando ele virou presidente, minha admiração ficou quase ilimitada. Fiquei muito feliz em poder vê-lo de novo."

A respeito da presidente Dilma Rousseff, Hobsbawm afirmou que só a conhece pelo que lê nos jornais e pelo que lhe contam, mas ressalta a importância de o país ter a primeira mulher presidente.

"É extremamente importante que o Brasil tenha o primeiro presidente que nunca foi para a universidade e venha da classe trabalhadora e também seja seguido pela primeira presidente mulher.  Essas duas coisas são boas. Acredito, pelo que ouço, que a presidente Dilma tem sido extremamente eficiente até agora, mas até o momento não tenho como dizer muito mais", falou.

07/01/2011

Documentário Presidentes da América Latina – Presidente Lula


Homenagem ao Presidente Lula que encerra os 8 anos de seu mandato,
entregando a sua sucessora um país em plena transformação 
cheio de esperança em um futuro cada vez melhor.
 

“A América Latina está vivendo um clima político e social sem precedentes. Parece despertar de uma velha letargia. ‘Presidentes de Latinoamérica’ é um ciclo de documentários de produção nacional [argentina] que registra de forma integral as transformações que esta nova época vai deixando em cada um dos países da região”.

Essa é a definição da produtora argentina Occidente do seu novo trabalho, que foi exibido pela primeira vez pelo canal público argentino Encuentro.

A série de documentários incluem entrevistas com os presidentes da América do Sul, incluindo o presidente Lula, numa tentativa de aproximar e revelar “os sonhos e as lutas daqueles homens que hoje presidem os destinos dos povos latino-americanos”. Em suma, uma tentativa de “humanizar” seus governos, mostrando sua face “gente como a gente”.

Aqui seguem a entrevista com o presidente Lula, dividida em quatro partes:

Parte 1


Parte 2


Parte 3


Parte 4

01/11/2010

A VIDA FOI EM FRENTE... E VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO VIU QUE FICOU PRA TRÁS


O resultado das Eleições Presidenciais deste domingo mostraram que o maior adversário de Lula, e agora de Dilma, continua sendo a velha mídia conservadora do Brasil. Aquela mesma que apoiou a Ditadura, elegeu o Collor, e tão bem defendeu e se aliou ao neoliberalismo de FHC, e que foi responsável pelo Segundo Turno em 2006 e agora em 2010.

A vitória de Dilma Roussef é um recado da sociedade às forças conservadoras que tentaram, e continuaram tentando, transformar as ações do governo à mera política assistencialista, continuaram mascarando a realidade dos fatos, negando a visibilidade e respeito que o país vem conquistando no cenário internacional. E que se sentem ameaçadas por verem seus arraigados privilégios, darem lugar a uma nova divisão social.

Além de Dilma, e do povo brasileiro, um específico segmento saiu vitorioso deste processo, a mídia alternativa, jornalistas, estudantes, professores, intelectuais em geral  que através de seus blogs, sites, revistas, manifestos, conseguiram sobressair ao senso comum, denunciando as manobras da chamada mídia golpista, desmistificando concepções erroneamente criadas, denúncias infundadas e dados manipulados.
 

Você é o que você consome, come, lê e assiste!
Não há dúvidas de que você é composto daquilo que se nutre. 
Se você só lê revistas de moda e assiste novelas, pouco terá acrescentar ao debate político. 
Se você só dá audiência aos programas jornalísticos da TV Globo, é bem provável que sintonize com as posições ideológicas que estes propagam, e considere o Arnaldo Jabor o suprasumo da inteligência debochada.
O mesmo vale para os leitores ávidos e defensores de uma ligação mais estreira Brasil-Estados Unidos que identificam no Diogo Mainardi uma espécie de guru da política brasileira.

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A VIDA FOI EM FRENTE... 
E VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO VIU QUE FICOU 
PRA TRÁS
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E cai no samba, fui comemorar a vitória histórica, que teve oposição até do Vaticano (argh), num barzinho clássico de samba em Copacabana/RJ.

O BIP BIP, reduto do samba carioca, inaugurado no dia do AI 5, período maximo da ditadura militar brasileira, trazendo um pouco de cor para um dos dias mais sombrios da nossa história. E ali se manteve firme, criando uma especie de núcleo da resistência do samba e da esquerda na cidade maravilhosa. 

Alfredinho, o dono do Bar, de cara as vezes amarrada, mas de um coração que nem cabe nele de tão grande, discursou para o seu público mais fiel, e acostumado a sua intensa oratória. Lembrou a trajetória do Partido que ajudou a construir, que subia o morro com seus panfletinhos de xerox, e que eram vistos na zona sul do Rio de Janeiro, como bandidos. E hoje esta no Poder, ajudando a transformar este país, e a integrar seus irmãos sul-americanos numa consoante de esperança e mudança. 

Emocionou e arrepiou a todos. Valeu a noite, e recompensou toda essa exaustiva campanha eleitoral, da qual poderemos ter a confiança e tranquilidade de que de janeiro em diante, teremos a continuidade de um projeto político pensando para todos brasileiros, não mais voltado a uma classe economicamente dominante e que ocupava praticamente todas as vagas das universidades federais desse país, perpetuando a diferença social, e a exclusão ainda tão enraizada como normal nas mentalidades da classe média e alta de nossa sociedade.

Parabéns Dilma!

25/10/2010

Às favas a verdade factual


Mino Carta 25 de outubro de 2010 às 8:56h


 Nunca na história eleitoral brasileira a mídia nativa mostrou tamanho pendor para a ficção


Há quatro meses CartaCapital publicou a verdade factual a respeito do caso da quebra do sigilo fiscal de personalidades tucanas. Está claro que a chamada grande imprensa não quer a verdade factual, prefere a ficcional, sem contar que em hipótese alguma repercutiria informações veiculadas por esta publicação. Nem mesmo se revelássemos, e provássemos, que o papa saiu com Gisele Bündchen.

Furtei a expressão verdade factual de um ensaio de Hannah Arendt, lido nos tempos da censura brava na Veja que eu dirigia. Ela é o que não se discute. Diferencia-se, portanto, das verdades carregadas aos magotes por cada qual. Correspondem às visões que temos da vida e do mundo, às convicções e às crenças. Às vezes, às esperanças, às emoções, ao bom e ao mau humor.

Por exemplo: eu me chamo Mino e neste momento batuco na minha Olivetti. Esta é a verdade factual. Quatro meses depois da reportagem de CartaCapital sobre o célebre caso, a Polícia Federal desvenda o fruto das suas investigações. Coincide com as nossas informações. O sigilo não foi quebrado pela turma da Dilma, e sim por um repórter de O Estado de Minas, acionado porque o deputado Marcelo Itagiba estaria levantando informações contra Aécio Neves.

Nesta edição, voltamos a expor, com maiores detalhes, a verdade factual. E a mídia nativa? Desfralda impavidamente a verdade ficcional. Conta aquilo que gostaria que fosse e não é. Descreve, entre o ridículo e o delírio, uma realidade inexistente, porque nela Dilma leva a pior, como se a própria candidata petista fosse personagem de ficção. Estamos diante de um faz de conta romanesco, capaz talvez de enganar prezados leitores bem-postos na vida, tomados por medos grotescos e frequentemente movidos a ódio de classe.

Ao sabor do entrecho literário, pretende-se a todo custo que o repórter Amaury Ribeiro Jr. tenha trabalhado a mando de Dilma. Desde a quarta 20, a Folha de S.Paulo partiu para a denúncia com uma manchete de primeira página digna do anúncio da guerra atômica. Ao longo do dia, via UOL, teve de retocá-la até engatar a marcha à ré. 

Deu-se que a Polícia Federal entrasse em cena para confirmar com absoluta precisão os dados do inquérito e para excluir a ligação entre o repórter e a campanha petista.

O recorde em matéria de brutal entrega à veia ficcional cabe, de todo modo, à manchete de primeira página de O Globo de quinta 21, obra-prima de fantasia ou de hipocrisia, de imaginação desvairada ou de desfaçatez. Não custa muito esforço constatar que o jornal da família Marinho acusa a PF de trabalhar a favor de Dilma, com o pronto, inescapável endosso do Estadão. Texto da primeira página soletra que, segundo “investigação da PF, partiu da campanha de Dilma Rousseff a iniciativa de contratar o jornalista”. Aqui a acusação se agrava: de acordo com o jornalão, o diretor da PF, Luiz Fernando Corrêa, a quem coube apresentar à mídia os resultados do inquérito, é mentiroso.

Seria este jornalismo? Não hesito em afirmar que nunca, na história das eleições brasileiras pós-guerra, a mídia nativa permitiu-se trair a verdade factual de forma tão clamorosa. Tão tragicômica. Com destaque, na área da comicidade, para a bolinha de papel que atingiu a calva de José Serra.

A fidelidade canina à verdade factual é, a meu ver, o primeiro requisito da prática do jornalismo honesto. Escrevia Hannah Arendt: “Não há esperança de sobrevivência humana sem homens dispostos a dizer o que acontece, e que acontece porque é”. Este final, “porque é”, há de ser entendido como o registro indelével, gravado para sempre na teia misteriosa do tempo. A verdade factual é.

Dulcis in fundo: na festa da premiação das Empresas Mais Admiradas no Brasil, noite de segunda 18, o presidente Lula contou os dias que o separam da hora de abandonar o cargo e deixou a plateia de prontidão para as palavras e o tom do seu tempo livre pós-Presidência. Não mais “comedido”, como convém ao primeiro mandatário. E palavras e tom vai usá-los em CartaCapital. Apresento o novo, futuro colunista: Luiz Inácio Lula da Silva.

Por enquanto, ao presidente e à sua candidata não faltou na festa o apoio de dois qualificadíssimos representantes do empresariado. Roberto Setubal falou em nome dos seus pares. Abilio Diniz, de certa forma a representar também os consumidores, em levas crescentes na qualidade de novos incluídos.

A mídia nativa não deu eco, obviamente, a estes pronunciamentos muito significativos.


Mino Carta
Mino Carta é diretor de redação de CartaCapital. Fundou as revistas Quatro Rodas, Veja e CartaCapital. Foi diretor de Redação das revistas Senhor e IstoÉ. Criou a Edição de Esportes do jornal O Estado de S. Paulo, criou e dirigiu o Jornal da Tarde. redacao@cartacapital.com.br
http://www.cartacapital.com.br/

26/04/2010

A DÉCADA DE OURO DE LUIZ INÁCIO

*Juremir Machado Da Silva

Publicado no Jornal Correio do Povo de 18/04/10

Continuo ouvindo os críticos do presidente Luiz Inácio vociferarem contra ele. Ainda dizem que não passa de um quase analfabeto. Só falam do mensalão. Sonham com as eleições.

Lamentam que a população desinformada se deixe manipular por políticas “populistas”. Pobre massa, incapaz de se proteger do lulismo. Sem dúvida, o povo não sabe o que faz!

Dados da Fundação Getúlio Vargas, publicados pela Folha de S. Paulo, mostram que esta primeira década do século XXI é um estouro.

Ainda temos 30 milhões de miseráveis – pessoas vivendo com menos de R$ 137 por mês, mas seriam 50 milhões sem as políticas sociais do metalúrgico que tomou o poder na lábia e no voto.

A proporção de miseráveis caiu 43%. Que horror! Nunca na história deste país dos últimos 15 anos o poder de compra das famílias esteve tão alto.

É um problema. Dá engarrafamento em supermercado.

O pessoal come demais. Alguns, simplesmente comem. Ficam obesos.

Esse povo, como se vê, é besta.

Onde se viu continuar apoiando um presidente que lhe melhora a vida.

“Foi uma “pequena grande década”, diz Marcelo Neri, chefe do Centro de Políticas Sociais da FGV-Rio, para a Folha de S. Paulo, jornal que não morre de amores pelo PT. “E a melhora na renda hoje é muito mais sustentável, pois está apoiada mais na renda do trabalho”.

Deviam mandar prender uma cara que conta isso. Onde já se viu provar que o Brasil vai bem com Luiz Inácio?

A matéria da Folha diz mais: “Na média da década, a renda do trabalho explicaria 67% da redução da desigualdade. O Bolsa Família, cerca de 17%; os gastos previdenciários, 15,7%.

Desde 2003 foram criados 12,2 milhões de empregos formais”. Que barbaridade!

O principal vem do aumento da renda do trabalho e não das criticadas políticas assistencialistas.

A renda cresce 5,3% ao ano. Esse crescimento é de 7,3% no nordeste. Será que é por isso que Luiz Inácio tem injustificados 83% de apoio por lá?

Um dado da Folha é acachapante: “Em 2003, um salário mínimo comprava pouco mais de uma cesta básica. Hoje, paga 2,2 cestas”. Simplesmente mais do que dobrou.

Com uma situação dessas, a tarefa dos opositores de Dilma é simples: convencer a população que dar continuidade a essa política pode ser muito ruim para todos. Uma missão, bem se vê, absolutamente simples.

Luiz Inácio está completando uma década de ouro para os mais pobres.

Coisa de quem não sabe o que faz.

O economista Ricardo Paes de Barros lamenta que esse crescimento é “mais pró-pobre”. Um erro grave! Mais uma razão para os pobres se rebelarem.

03/04/2009

G20 e os "ANTIGLOBALIZAÇÃO"




Não é de agora que o movimento dito, antiglobalização* ganha as manchetes mundiais. Primeiramente em Seatle, depois Gênova, Porto Alegre (...) e agora Londres. Aos poucos tais concentrações, que não se restringem a manifestações em frente a cúpulas de Estado, ganharam força e visibilidade internacional.

A imprensa - dado o volume e magnitude destas mobilizações - não tem mais como ignorá-las. Vem prestando mais atenção nestes barulhentos ativistas e de uma maneira, digamos, positiva, tem dado uma maior importância, sem mais basicamente denominá-los "baderneiros" ou dotando-os de outros adjetivos pejorativos.

Porquê? Porque acima de tudo, eles representam a opinião pública mundial.

Em sua maioria, espalharam pelas ruas de Londres, extremamente blindadas por um inédito esquema de segurança, passeatas pacíficas. Mas dado o número de participantes, pluralidade ideológica e aos ânimos exaltados de alguns, inevitavelmente teve seus momentos de enfrentamento, violência e depredações. Como qualquer outra manifestação popular, em qualquer lugar do planeta.

Por trás de toda agitação, trazem consigo uma diversidade de reclames e propostas, mostrando ao mundo, e aproveitando-se destes momentos de aglutinação midiática - causada pelo encontro dos principais líderes mundiais, para explicitarem suas insatisfações, que inevitavelmente tendem a ser acentuadas em momentos de crise.

Crise essa que se manifesta em escala global, como a da década de 30, e que mais uma vez mostra ao mundo que a forma com a qual os grandes países (leia-se ricos, desenvolvidos) e os grandes bancos (cujos grandes diretores, os famigerados banqueiros, acumularam cifras incalculáveis nos últimos anos) conduzem a economia e todo o sistema financeiro internacional em pról de seus lucros e acumulação pessoais e corporativistas, não refletindo os anseios e necessidades da maior parte da população do planeta.

O encontro do G20, teve direito a banquete feito pelo chef pop-star Jamie Oliver, famoso por descomplicar a culinária, exatamente o que queriam os organizadores do evento: ingredientes simples para desenrolar este complexo emaranhando gerado pela crise.

Prometeram boas idéias e soluções para salvar o mundo do colapso financeiro gerado pela economia norte-americana, que acostumada ao excesso de consumo, comprou... comprou
... comprou... e na hora em que a conta chegou... quebrou... quebrou!

Incontestávelmente os Estados Unidos são os grandes responsáveis por este enorme abacaxi, e graças ao carismático e boa praça presidente Obama, a coisa não ficou muito pior. Sua capacidade de negociar, de assumir as falhas e propor novas alternativas, parece dar um fôlego a mais a todos os grandes chefes.

Em momento histórico e numa tentativa e de reerguer o FMI, os países membros do G20, dentre eles o Brasil / ponto para a política externa do Governo Lula, prometeram apertar o cerco aos paraísos fiscais e injetar 1 trilhão no Fundo Monetário Internacional, no intuito de ajudar países pobres a sair da crise...Veremos nas cenas dos próximos capítulos se o projeto vai vingar...

Os elogios de Obama à Lula, por mais legais que possam parecer, denotam o que pode vir por aí, um apoio a mais e uma aproximação com o Brasil em um momento em que parte da América Latina esta promovendo uma ruptura com as diretrizes do capital, e tentando um reformulação política, nos moldes da Revolução Bolivariana, proposta por Chavez. Neste contexto, o Brasil se configuraria como o grande líder latino-americano e de certa forma, contrabalanciaria esta tendência "revolucionária" que tanto assusta aos estadunidenses.

Fica a questão:
O Lula é o Cara, ou não é?!!!

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* O termo "antiglobalização" parece-me um tanto quanto controverso, mas, foi denominado assim por designar os que
se opõem aos aspectos capitalistas-liberais da globalização. Não que sejam contrários a uma globalização, mas não nos ditames específicos do Capital. E sim econômicos - no que tange uma melhor distribuição das riquezas, mas também cultural - miscigenação dos povos e culturas, ecológico - no sentido de todos trabalharem juntos para salvar o planeta das mazelas geradas por este sistema produtivo destruidor; procurando globalizar valores que venham a ajudar a nos tornarmos seres humanos mais humanos e menos mercadológicos.
...é... "O capitalismo não esta funcionando" ....

Por Grazi

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