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30/05/2011
Seminário Internacional: Brasil, China e Eua
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17/05/2011
Dia Nacional de Luta Contra a Homofobia
NOTA PÚBLICA | 17 MAIO - DIA NACIONAL DE LUTA CONTRA A HOMOFOBIA
Direitos Humanos.gov
No dia 4 de junho de 2010, o Presidente Lula assinou decreto que instituiu a data como o Dia Nacional de Combate à Homofobia; tal decreto simboliza o compromisso do Estado Brasileiro com o enfrentamento da violência praticada contra lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais.
O Estado Brasileiro e a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República (SDH/PR) têm sido parceiros do movimento social na luta contra o preconceito, a discriminação e a violência que, infelizmente, ainda são praticados contra a população LGBT no Brasil. Para reforçar o diálogo com a sociedade civil, foi instalado, em março deste ano, o Conselho Nacional de Combate a Discriminação e Promoção dos Direitos de LGBT, que tem por finalidade formular e propor diretrizes de ação governamental, em âmbito nacional, voltadas para o combate à discriminação e para a promoção e a defesa dos direitos de LGBT.
No período de 15 a 18 de dezembro de 2011, a SDH/PR realizará a 2ª Conferência Nacional LGBT, que terá como tema “Por um país livre da pobreza e da discriminação: promovendo a cidadania LGBT”. A conferência terá entre seus objetivos avaliar a implementação e execução do Plano Nacional de Promoção da Cidadania e Direitos Humanos de Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis e Transexuais – LGBT, propondo estratégias para seu fortalecimento e diretrizes para a implementação de políticas públicas de erradicação da pobreza e combate à discriminação da população LGBT.
Diante desses compromissos, a SDH/PR promove em todo o território nacional a campanha “FAÇA DO BRASIL UM TERRITÓRIO LIVRE DA HOMOFOBIA”, divulgando o serviço do Disque Direitos Humanos (Disque 100), que recebe denúncias de violações praticadas contra LGBT em todo o país, 24 horas por dia.
Além disso, o Governo Brasileiro tem reconhecido os direitos de LGBT dentro da Administração Pública Federal, reconhecendo os direitos dos casais de mesmo sexo, hoje com o respaldo da decisão recente e louvável do Supremo Tribunal Federal, reconhecendo o direito ao nome social na Administração e no Sistema Único de Saúde.
Todas essas ações demonstram que o Governo Federal não será conivente com qualquer tipo de discriminação ou preconceito e demonstra também o compromisso do mesmo com o enfrentamento da homofobia, com o respeito a todos e todas, cidadãos e cidadãs, homens e mulheres, gays, lésbicas, bissexuais, travestis e transexuais.
A celebração do Dia Nacional de Combate à Homofobia incentivará ações que promovam o debate sobre a homofobia e o direito à livre orientação sexual e identidade de gênero, estimulando, assim, uma cultura de paz com respeito à diversidade e colaborará para que o Brasil torne se um Território Livre da Homofobia!
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21/03/2011
E não se fala em outro assunto
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03/11/2010
Abaixo a xenofobia e o racismo!
etnias tanto quanto o Brasil.
*** Nossa riqueza cultural consiste nisso ***
Imagem: OPERÁRIOS de Tarsila do Amaral em sua considerada "fase social", ao retornar da URSS em 1933.
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01/11/2010
A VIDA FOI EM FRENTE... E VOCÊ SIMPLESMENTE NÃO VIU QUE FICOU PRA TRÁS
Além de Dilma, e do povo brasileiro, um específico segmento saiu vitorioso deste processo, a mídia alternativa, jornalistas, estudantes, professores, intelectuais em geral que através de seus blogs, sites, revistas, manifestos, conseguiram sobressair ao senso comum, denunciando as manobras da chamada mídia golpista, desmistificando concepções erroneamente criadas, denúncias infundadas e dados manipulados.
Alfredinho, o dono do Bar, de cara as vezes amarrada, mas de um coração que nem cabe nele de tão grande, discursou para o seu público mais fiel, e acostumado a sua intensa oratória. Lembrou a trajetória do Partido que ajudou a construir, que subia o morro com seus panfletinhos de xerox, e que eram vistos na zona sul do Rio de Janeiro, como bandidos. E hoje esta no Poder, ajudando a transformar este país, e a integrar seus irmãos sul-americanos numa consoante de esperança e mudança. | Reações: |
31/10/2010
25/10/2010
Às favas a verdade factual
http://www.cartacapital.com.br/
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02/09/2010
Serra em novo papel na campanha, a vítima
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05/08/2010
CENSO 2010
Começou nesta segunda-feira 02/08/2010
o CENSO 2010
Que instituição está presente
Que instituição é capaz de medir, marcar, descrever, percorrer campos e cidades, visitando parte dos 60 milhões de domicílios, empresas e outros estabelecimentos brasileiros?
Que instituição pode fornecer ao governo e à sociedade informações sobre o Brasil e sua população que permitem planejar e acompanhar ações nas mais diversas áreas, servindo de base para a construção de um país melhor e mais justo?
Somente uma instituição como o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, cuja missão é retratar o Brasil com informações necessárias ao conhecimento de sua realidade e exercício da cidadania, é capaz de realizar todas essas atividades, entre tantas outras, com precisão e no tempo necessário, tal qual seu criador, Mário Augusto Teixeira de Freitas, idealizou e definiu há 75 anos.
Desde 1936, o IBGE, através de seus servidores, avança no estudo do Brasil e da população, das condições de vida, da economia, do trabalho, da geografia, da geodésia, da cartografia, do meio ambiente, sem deixar escapar um só detalhe que se faça imprescindível para o conhecimento da realidade do país. Paralelamente a isso, o IBGE evolui no uso da tecnologia e busca constantemente a atualização dos seus recursos de modo que possa utilizá-los não só na produção, mas sobretudo na disseminação das informações que produz aos seus usuários, sejam eles órgãos governamentais, empresários, membros da imprensa, professores, estudantes ou qualquer cidadão. O IBGE produz informação para a sociedade. É para ela que o instituto trabalha incansavelmente.
O que é Censo Demográfico?
Os resultados do Censo Demográfico são utilizados, entre outros objetivos, para tomar decisões que afetam cada município, cada estado, ou seja, o País inteiro. Entidades das três esferas de governo (federal, estadual e municipal), empresas, universidades, centros de estudo, organizações e associações comunitárias estão entre os muitos grupos que utilizam as informações do Censo Demográfico para propor e definir políticas públicas e planejar serviços que beneficiam toda a população.
Desde 1872, o Brasil vem realizando os seus Censos Demográficos
Os primeiros censos, realizados em 1872 e 1900, respectivamente, se preocuparam basicamente com a contagem da população. Já o Censo de 1920 incorporou outras questões, como, por exemplo, perguntas sobre portadores de deficiência, rendimento etc.
Em 1936, foi fundado o IBGE, que passou a ser o responsável pela realização dos Censos Demográficos no País.
O aprofundamento da investigação, bem como a inserção de novos temas de interesse do País, tem se constituído em fato constante nas operações censitárias. Por outro lado, a busca permanente por aprimoramento na qualidade dos dados e na velocidade em que os resultados são oferecidos `a sociedade também pode ser percebida ao longo dos censos. Assim, no Censo Demográfico de 2000, o IBGE, utilizando scanners para a leitura de marcas e caracteres, conseguiu executar a etapa de entrada de dados em cerca de 100 dias úteis, o que possibilitou avançar nas tarefas subsequentes de crítica, codificação, tabulação e análise, culminando com todos os dados divulgados em diversas publicações, inclusive o volume com toda metodologia da operação, entre os anos de
Cada um desses censos refletiu a realidade nacional nos aspectos social, econômico e de ocupação territorial num dado momento no tempo, deixando registradas etapas específicas do desenvolvimento do País e permitindo que hoje, no século XXI, seja possível a realização de diversos estudos comparativos a partir dos resultados desde então levantados.
Como aconteceu o Censo de 1872, o primeiro do Brasil.
Em 1872, éramos quase 10 milhões de habitantes. O Brasil era uma monarquia governada por Dom Pedro II, a escravidão ainda existia e o meio mais eficiente de percorrer o País, de dimensões continentais, era no lombo de um burro ou cavalo. Este foi o cenário (tão diferente do atual) que marcou a realização do Censo de 1872, o primeiro do Brasil.
Tudo começou em 1870, quando o então ministro de Negócios do Império, Paulino José Soares de Souza, redigiu uma lei que propunha a realização de um censo em todo o território nacional. O documento previa, ainda, a criação de um Diretório Geral de Estatística para conduzir a pesquisa.
A data base estabelecida para a coleta de dados foi 1 de agosto de 1872, e os recenseadores saíram a campo distribuindo os formulários e preenchendo-os, no caso de o entrevistado ser analfabeto – o que era uma ocorrência bastante comum no Segundo Reinado. A adesão popular superou as expectativas. “Já existiam os jornais, mas, como uma parte dos brasileiros era analfabeta, não havia nada que pudesse mobilizar a população e conscientizá-la de que o Censo era algo positivo”.
Nesta época a população total do Brasil era de 9.930.478; foram 1.510.806 pessoas consideradas escravas; Minas Gerais era a província mais populosa, com 1.669.276 habitantes, sendo que, 4.318.699 eram homens, 4.100.973 eram mulheres, 1.510.806 pessoas foram declaradas escravas; Minas Gerais era a província mais populosa, com 1.669.276 habitantes; Mato Grosso era a menos populosa, com 53.750 habitantes; os analfabetos eram maioria: 6.856.594 pessoas não sabiam ler, nem escrever; a categoria sobre deficiência física era dividida em cegos, surdos-mudos, aleijados, dementes e alienados.
Em 2010, o IBGE realizará o XII Censo Demográfico, que será um retrato de corpo inteiro do País com o levantamento do perfil da população e das características de seus domicílios, ou seja, ele nos dirá como somos, quantos somos e como vivemos. Para isso, o IBGE contratará cerca de 230 mil profissionais temporários que vão atuar tanto na pesquisa de campo quanto nas áreas administrativas do Instituto.
Essa é a pesquisa econômica e social mais importante do nosso país, pois com seus resultados será possível conhecer o Brasil a fundo e, assim, planejar o seu futuro.
A partir de 1º de agosto de 2010, 190.000 recenseadores vão visitar os 60 milhões de domicílios do país e levantar informações de cerca de 200 milhões de pessoas.As questões que serão investigadas no Censo Demográfico 2010 são produtos de amplas consultas e debates com representantes da sociedade brasileira e órgãos técnico-governamentais, sendo o IBGE o articulador deste processo.
O conjunto dos dados coletados e trabalhados estaticamente permitirá o conhecimento da realidade brasileira nos seguintes aspectos: Tamanho e composição da população; situação habitacional; características gerais da população; movimentos migratórios; nível de instrução; nupcialidade; fecundidade; força de trabalho; padrões de rendimentos individual e familiar; mortalidade.
- Qual o total da população do País por sexo e faixa etária e como está distribuída no Território Nacional ?
- Qual é a expectativa de vida da população do País?
- Qual é a estimativa de brasileiros que vivem fora do País?
- Qual é o número médio de filhos que uma mulher teria ao final do seu período fértil?
- Qual é o tipo de habitação em que vive a população do País?
- Qual é a proporção da população que tem acesso ao saneamento básico?
- Qual é o nível de instrução e os anos de estudo da população?
A Importância dos Censos
O Censo Demográfico 2010 constitui uma grande operação estatística, mobilizando milhares de pessoas desde a fase de planejamento até a divulgação dos resultados.
Os censos populacionais constituem a única fonte de informação sobre a situação de vida da população nos municípios e localidades. As realidades locais, rurais ou urbanas dependem dos censos para serem conhecidas e atualizadas.
O Censo produz informações imprescindíveis para a definição de políticas públicas nacional, estadual e municipal e para a tomada das mais variadas decisões de investimentos, sejam eles provenientes da iniciativa privada ou de governos. Entre as principais utilizações dos resultados censitários estão as de:
- Acompanhar o crescimento, a distribuição geográfica e a evolução de outras características da população ao longo do tempo;
- Identificar áreas de investimentos prioritários em saúde, educação, habitação, saneamento básico, transporte energia, programas de assistência à infância e à velhice, possibilitando a avaliação e revisão da alocação de recursos público e privado;
- Selecionar locais que necessitam de programas de estímulo ao crescimento econômico e desenvolvimento social;
- Fornecer as referências para as projeções populacionais com base nas quais o Tribunal de Contas da União define as cotas do Fundo de Participação dos Estados e do Fundo de Participação dos Municípios;
- Fornecer as referências para as projeções populacionais com base nas quais é definida a representação política do País: o número de deputados federal, estadual e vereadores de cada estado e município;
- Fornecer parâmetros para conhecer e analisar o perfil da mão-de-obra em nível municipal, informação esta de grande importância para organizações sindical, profissional e de classe, assim como para decisões de investimentos do setor privado;
- Fornecer parâmetros para selecionar locais para a instalação de fábricas, shopping centers, escolas, creches, cinemas, restaurantes, etc.;
- Fundamentar diagnósticos e reivindicações pelos cidadãos, de maior atenção dos governos estadual ou municipal para problemas local e específico, como de insuficiência das redes de água e esgoto, de atendimento médico ou escolar, etc.;
- Subsidiar as comunidades acadêmicas e técnico-científicas em seus estudos e projetos.
Se for verdade que apenas as sociedades que conhecem a si mesmas podem planejar e construir os seus futuros, o Brasil já pertence ou caminha rapidamente para esse grupo de países. Crescem, tremendamente, as demandas em nosso país, por informações cada vez mais detalhadas e desagregadas geograficamente. A descentralização político-administrativa reinstaurada com a redemocratização e a Constituição de 1988 aumentou muito a relevância dos censos.
Prefeitos e governadores, órgãos de planejamento municipais e estaduais, investidos de maior autonomia e de novas responsabilidades, dependem hoje, como nunca, dos censos para definirem suas políticas com base em informações atualizadas sobre a população sob suas jurisdições. Mas, as demandas por informações desagregadas vêm também de outras esferas, que vão dos setores não governamental e privado, à do governo federal.
As informações do IBGE são amparadas pela lei nº 5.534 de 14 de novembro de 1968 (regulamentada pelo Decreto n.º 73.177, de 20.09.1973), que dispõe sobre a obrigatoriedade da prestação de informações estatísticas e dá outras providências.
Art. 1º - Toda pessoa natural ou jurídica de direito público ou de direito privado que esteja sob jurisdição da lei brasileira é obrigada a prestar as informações solicitadas pela Fundação IBGE(...)
Parágrafo único. As informações prestadas terão caráter sigiloso, serão usadas exclusivamente para fins estatísticos, e não poderão ser objeto de certidão, nem, em hipótese alguma, servirão de prova em processo administrativo, fiscal ou judicial, excetuado apenas, no que resultar de infração a dispositivo desta lei.
Art. 2º - Constitui infração à presente lei:
a) a não prestação de informações nos prazos fixados;
b) a prestação de informações falsas.
Particularmente esperamos que esta lei nunca seja aplicada, pois estamos diante de uma ação de cidadania. Se queremos saber quantos somos, onde vivemos e como vivemos, prestigiar o trabalho dos recenseadores é oferecer a nossa mínima parte de colaboração dentro deste gigantesco projeto nacional.
Por Ernesto Saraiva
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